Capítulo 4: Declarações;

CAPÍTULO QUATRO: DECLARAÇÕES DE AMOR

– Johnny Depp é o máximo – comentei com Edward.

Estávamos vendo Sweeney Todd, um dos filmes mais atuais dele. E um de meus preferidos.

– Bom, como cantor ele é um ótimo ator – zoou ele. – Viu como ele enrola legal nesse filme? Quem vê até pensa que ele canta tão bem assim.

– Ah, Edward, ele não é tão ruim – o defendi. – Digo, tem piores hoje em dia.

– Piores sempre tem, Bella – ele disse. – Estamos discutindo se ele é bom cantor e ele não é. Concordamos nisso.

Bom, depois dessa. Eu não tinha nem como defender o meu ídolo, Johnny Depp. Nos voltamos para a tela e, de repente, como um choque, algo me veio em mente e me lembrei de uma coisa.

– Edward mãos de tesoura! – eu falei, assustada. – Isso me lembrou completamente o clássico do Johnny. Ele cantava em Edward mãos de tesoura, não? Aaah, me lembro como fiquei encantada com o Edward mãos de tesoura quando era menor e o assisti com minha mãe, no aniversário dela. Foi tipo assim, minha estréia como fã de Tim Bourton, e eu tinha apenas 6 anos de idade.

Edward mãos de tesoura!, suspirei recordando e concluindo que era apenas um Edward para acrescentar à minha lista de encantadores, isto é, se eu tivesse uma lista destas.

– Você tem algum fetiche por Edwards ou algo assim? – ele me perguntou, rindo.

Me surpreendi, ele não podia ler minha mente. Mas com certeza, nossos pensamentos estavam em perfeita sincronia.

– Nem todos – falei, timidamente. E realmente, eu não achava que eram tantos assim.

– Edward Mãos-de-tesoura e aquele de Razão e Sensibilidade, e o de Morro Dos Ventos Uivantes.

– Só esses – eu disse, dando de ombros. – E você.

Sorri ternamente quando expliquei: – Você é o que domina meu coração. O dono da minha alma. Nenhum destes que você mencionou se iguala a você, Edward Cullen, meu amor eterno.

Ele acariciou meu rosto com os dedos, trilhando meu rosto lentamente. Senti-me arrepiar, mas não ligue, eu gostava desta sensação. E era isso que mais me ligava a Edward, apenas ele tinha o poder de me desconcertar, me distrair e de me fazer querer ser melhor, merecedora de seu carinho e amor que ele demonstrava o tempo todo, à cada olhar e à cada carícia. Eu sabia que ele era meu, mesmo que fôssemos, menos “íntimos” que muitos casais por aí.

– É por você que vivo agora, Bella – me fitava e sorriu ao ouvir meu coração estourar em meu peito. – Você sabe que esse dia não teria significado para mim se não fosse por você.

Ficamos simplesmente assim, abraçados, trocados juras de amor e promessas supostamente eternas. Eu apenas não quis estragar o momento dizendo que poderiam ser mais verdadeiras se eu passasse a eternidade ao seu lado. Não, um dia, eu sabia, ele iria ceder. Iria fazer isso ele mesmo, ninguém precisaria me transformar, eu sentia que estava destinada a me transformar por suas presas. Então, me sentiria única e pertencente apenas de Edward.

FIM DO CAPÍTULO QUATRO

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